DEBATES POLÍTICOS: NÃO SOMOS INSENSÍVEIS!

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Os debates têm mostrado, além das acusações mútuas, um distanciamento da realidade dos brasileiros, especialmente das classes menos favorecidas.

As grandes obras e os programas de governo mascaram a realidade de milhões de brasileiros e o povo não pode gritar e dizer que tudo não passa de estória, afinal, o povo não é ouvido faz tempo!

 

Os escândalos de superfaturamento, a falta de ética, as prisões, as acusações, algumas sem qualquer fundamento, de parte a parte, fazem com que a realidade seja mascarada, com que as dificuldades dos brasileiros não apareçam como dura realidade daqueles que buscam saúde e não encontram médicos e, quando encontram, não recebem o atendimento humano e digno esperado; daqueles que buscam educação e encontram um péssimo serviço e insegurança para os filhos na escola, ou daqueles que buscam transporte e gastam horas e horas para chegar ao trabalho.

 

Por que não vemos nos debates propostas que valorizem a dignidade da pessoa humana, como determina a Constituição Federal, de uma forma efetiva? Por que não há destaque para a miséria, para a falta de políticas públicas que atendam à população e permitam ao brasileiro viver e não sobreviver?

 

Com raras exceções, somos treinados, desde pequenos a não enxergar o que causa dor, a não vivenciar o sofrimento do outro. Somos manipulados a sufocar nossa consciência e acabamos pessoas insensíveis, indiferentes e coniventes com a opressão.

 

É preciso tomar consciência da nossa falta de consciência para que possamos exigir novas posturas dos governantes.

 

Comecemos por perceber aquilo que fomos direcionados a não ver! É preciso adotar um olhar mais generoso.

 

Ao prestarmos atenção no outro, ao nos darmos conta das pessoas, vamos observar que muitos dormem ao relento e as ruas de São Paulo estão se tornando moradia de mais e mais pessoas a cada dia. Ainda mais preocupante é ver essas mesmas pessoas alimentando-se do lixo que aguarda a coleta nos bairros nobres da cidade.

 

Sem falar da falta de água, que já se verifica em bairros muito próximos ao centro da Capital.

 

Praticar um olhar mais generoso é o que esperamos do nosso futuro presidente.

 

Um olhar que deve ser de todos nós, cidadãos preocupados com o Brasil, mas acima de tudo, que valoriza o ser humano, que enxerga os brasileiros!

 

As conquistas, avanços e sucessos mundiais dependeram do homem, mas as desgraças e ameaças, traduzidas nos conflitos, nas pandemias, nas mudanças climáticas, nas disputas por territórios e por água, também.

 

O que é mais importante do que as pessoas que habitam esse solo tão gentil?

Pátria amada Brasil!

 

 

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